sexta-feira, 12 de abril de 2013

Dos sustos...

Já apanhámos uns quantos desde a gravidez!

O facto de ter ficado de baixa por o Martim estar muito magrinho dentro da minha barrigona; 

O líquido amniótico que numas quantas ecografias parecia estar diminuído;

A possibilidade de ele ter que nascer mais cedo por todos esses problemas;

O fraco aumento de peso quando nasceu e não só;

O lento desenvolvimento nos primeiros meses que nos fez suspeitar de hipotonia axial e nos levou a fazer um monte de exames;

Mas tirando isso tudo (e num outro post logo vos conto essas histórias desde o nascimento dele!) agora começam os sustos por ele ser tão mexido (e ainda bem!).

Não costumo (ou melhor, costumava) prende-lo na cadeira da papa. Sentava-o lá, com os brinquedos em cima do tabuleiro e ele lá ficava todo satisfeito (ou não, porque a primeira coisa que faz é atirar tudo ao chão!). Não é que no sábado, enquanto eu estava na cozinha e depois de lhe ter dado a papa, deixei-o lá ficar um pouco e de vez em quando ia olhando para ele a ver o que estava a fazer. Começou por ser virar de lado para ver as risquinhas da cadeira e os bonequinhos que ficam nas costas dele. Pois bem... da 2ª vez que olhei estava ele de pé na cadeira a segurar-se às costas da mesma, todo contente da vida. O que vale é que as pernitas dele ainda dançam um bocado e ele estava semi-sentado no tabuleiro, o que me deu tempo de lá chegar antes que ele se atirasse ao chão.

Foi giro sim senhor... mais uma para aprender que já não o posso deixar tão solto como até aqui. Coloquei-lhe os cintos na hora e é claro que ele detestou, mas entretanto já se habituou a eles (e que remédio!).

Isto fez-me lembrar outra história semelhante, que aconteceu há tempos, mas com o carrinho. O dele tem um ovo que vira alcofa, tendo 4 posições de reclinação. Eu costumava deita-lo lá dentro, com aquilo apenas um pouco levantado e ele lá andava todo contente. Houve um dia que ele se começou a sentar lá dentro e eu punha-lhe a parte de cima que tapa quando a usamos como alcofa e apertava até à barriguita dele e ele dali não saía. Ficava todo contente a segurar as partes metálicas do carro. E foi assim até ao dia em que ele se debruçou completamente sobre uma das laterais e estava com as duas mãos a segurar uma parte metálica mais baixa no carrinho, a cabeça dele a pender para fora e já mais baixa que o rabo. Quase que dava ali um cambalhota, mas consegui tirá-lo a tempo. Tive logo que lhe por os cintos e claro que ele chorou uns quantos dias por não estar habituada, mas lá teve que ser...

E são estas coisas que mais tarde vão ser giras recordar!

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